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| Brittany Murphy, Holly Hunter, Kathy Bates, Ron Livington, Julianne Nicholson, Stephen Tobolowsky, Kevin Sussman, Rashida Jones, Josie Maran, Jason Antoon |
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| Brittany Murphy irá conquistar seu coração neste divertido filme sobre uma boa garota que é um desastre esperando acontecer. Contratada para trabalhar em um show de TV, Stacy Holt tem sua vida virada de ponta cabeça quando é convencida a explorar um dos temas do programa e fuça a agenda do seu namorado. Mas, ela se esquece de uma coisa: num mundo com programas de TV, há sempre uma surpresa à espera, e ela está prestes a ter uma das grandes. |
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Inglês, Português, Espanhol |
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Inglês DD 5.0, |
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Não caia na idéia de que se trata de um filme romântico. O tema principal pode até sugerir ser este filme mais uma daquelas comédias românticas açucaradas, mas está longe disso. É na verdade uma sátira aos chamados “talk shows” diurnos, ou seja, uma linha do que já vimos acontecer em vários programas diurnos na TV brasileira, mais recentemente com Márcia Goldsmith, Ratinho e (argh) João Kleber. São os famosos programas onde se tenta mostrar os conflitos, desde raciais, sociais, familiares etc. utilizando uma linguagem e formato completamente sem escrúpulos, chegando ao mais baixo nível da dignidade humana.
Voltando ao filme, o roteiro é envolvente, algumas surpresas e reviravoltas acontecem com os personagens, principalmente da recém contratada na equipe de produção Stacy, vivida por Brittany Murphy, o maior problema do filme. Ela é sem carisma, não tem a força necessária para interpretar tal papel. Fica difícil de acreditar nela, ainda mais fazendo par com um apático Ron Livingston. Há, em compensação, a ótima presença de Kathy Bates, como a apresentadora do programa de TV. E de Holly Hunter, como uma das produtoras do programa. Há a ainda a participação da cantora Carly Simon, com suas músicas (várias delas foram apresentadas em outros filmes, algumas marcantes, como o do 007 o Espião Que Me Amava, “Nobody Does It Better”, apesar de termos que ouvi-la aqui quase que inteira numa versão cantada por Brittany, constrangedora) e até uma participação especial (bem legal, pena que Carly está sumida e envelhecida).
No geral agrada, algumas cenas e situações são bem revoltantes, temos até pena dos personagens, mas que cabem bem à sátira ao tipo de TV que se produz hoje em dia. Uma boa pedida, sempre lembrando que não vai agradar a quem espera uma comédia-romântica-com-final-feliz. O que, neste caso, é uma qualidade, já que de romântico o casal protagonista não tem nada.
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- Ao Vivo e No Ar – O Making Of: tradicional
modelo de documentário, trazendo, em quase
13 minutos, entrevistas, cenas de bastidores etc.
Básico. mas fundamental. E bacana, bem produzido.
Legendado.
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Seja Meu Convidado – Por Dentro dos Programas
de Entrevista: mais um pequeno documentário
(featurette) com 11 minutos, com um oportuno tema
com alguns depoimentos interessantes de quem faz
e produz estes chamados “talk shows” diurnos,
tão semelhantes (viva, ou melhor, que pena...
a globalização) aos que temos por aqui,
onde a exploração de temas cruéis
prevalecem, sobrepondo até a dignidade humana.
Pelo menos os realizadores destes programas fazem um
mea culpa. Legendado.
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Trailer: do filme “Spanglish”, sem
legendas.
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O DVD tem qualidades técnicas, a principal delas é trazer o filme com dois formatos, a escolher, de tela, o de cinema em wide e o adaptado para TVs convencionais, Standard, cortando as imagens laterais do filme, agradando a todos. O áudio está bem dividido nos seus 5 canais no idioma original, não há a presença do canal do subwoofer para quem tem um home theater, mas não chega a atrapalhar. Em Português, a dublagem (sempre oportuna) está em 2 canais com efeito surround. Ao menos se tem o cuidado de informar as ausências e configurações na embalagem.Ainda é uma falta de respeito algo ficar sem legendas, mas já é um progresso.Os menus são simples, assim como os extras, ao menos deveria haver um trailer do próprio filme e algo como cenas deletadas e erros de gravação. No geral, um bom DVD, nada de excepcional, nenhuma obra-prima, mas que pode divertir. |
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Por Edinho Pasquale em 07/06/2005 |
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