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| Gérard Depardieu, Sigourney Weaver, Armand Assante, Arnols Vosloo, Fernando Rey |
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| EUA, França, Inglaterra, Espanha |
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| "1492 - A Conquista do Paraíso é apresentado, pela primeira vez no Brasil, no formato Widescreen Anamórfico, com áudio Dolby Digital 5.1, e muitos extras, incluindo making of e entrevistas. Enfim, o cinéfilo mais exigente pode acompanhar este épico grandioso em toda a sua beleza. O renomado cineasta Ridley Scott (Gladiador) reconta a descoberta da América pelo navegador genovês Cristovão Colombo, em 1492. Os preparativos para a viagem, o primeiro contato com os índios, as intrigas palacianas... Todos os detalhes da empreitada que mudou a história da humanidade são revelados. Com elenco estelar liderado por Gérard Depardieu, Sigourmey Weaver, Armand Assante e Fernando Rey, 1492 é uma superprodução imperdível. Uma verdadeira lição de história contada pelo cinema." |
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Lançado na mesma época que outro filme
sobre Cristóvão Colombo, para comemorar
os 500 anos da descoberta do “novo mundo”,
a América, este é um filme menor de
Ridley Scott (de Blade Runner, Gladiador).
Tem sua imponência, grandiosidade, principalmente
na sua produção figurinos, direção
de arte. Mas o roteiro torna-se fraco do ponto de
vista histórico, fica difícil acreditar
em Colombo sem ao menos alguns toques mais pessoais
sobre o personagem. Outra problema é colocar
a sua mais importante viagem, a primeira, justamente
a sua grande descoberta, como fato menor do filme,
dando maior ênfase à tentativa de formação
da Colônia de San Domingo, onde ele foi
considerado um fraco, um decadente. Isto tudo talvez
por que o filme rival na época, Cristóvão
Colombo (do diretor John Glen, que se destacou
por dirigir 5 filmes do 007 e com
um elenco que inclui Marlon Brando – que pediu
que retirassem seu nome dos créditos - e as
hoje estrelas Catherine Zeta-Jones e Benício
Del Toro), tenha feito o oposto, priorizou a conquista
e não o fracasso,
enaltecendo exatamente a primeira viagem, a grande
descoberta. Mas é muito
pior que este, ou seja, um marco histórico
teve filmes de fracos a razoáveis.
Como narrativa, sem se levar em conta o lado histórico,
acaban até prendendo a atenção.
Neste
aqui se tem a música do grego Vangelis Papathanassiou
(de Carruagens
de Fogo),
que fizera também a ótima trilha de Blade Runner com
Scott, porém
sem grande brilhantismo. Tem ainda um elenco com alguns nomes de peso, porém
pouco à vontade, como Gerard Depardieu (na minha opinião, um
dos melhores atores franceses) se esforçando no Inglês, sem sucesso,
e Sigourney Weaver (que havia feito Alien – O 8° Passageiro com
Scott), apenas correta. O que marca mesmo é a fotografia e os figurinos.
Pouco, não? Mas vale ser visto (ou até revisto), pois, por pior
que seja um trabalho de Ridley Scott, sempre valerá a pena, nunca é será
perda de tempo.
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- Making of: na verdade, não é um making
of e sim um clipe de 8 minutos com cenas de bastidores.
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Entrevistas: muito fracos depoimentos de Depardieu,
Weaver, Assante e Scott, o mais longo deles, com
pouco mais de 1 minuto. Nada interessantes.
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Trailer de cinema
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Galeria de fotos: 20, de cenas do filme.
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A Vida de Colombo: um bom texto contando sua biografia.
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Biografias: também textos, dos principais
atores e do diretor, com filmografias (selecionadas).
Todos
extras estão legendados em Português.
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Mais uma decepcionante versão deste filme, que se já não é uma obra-prima do cinema mundial, acaba sendo ainda pior graças à má qualidade em DVD do que o filme tem de melhor: sua fotografia. Como diz a distribuidora, a imagem “apresentada pela primeira vez no Brasil em widescreen”, o que deveria ser obrigação e não destaque, infelizmente está muito granulado, ou seja, a imagem, quando passada para o formato digital, está muito comprimida, o que faz que por vezes o filme não tenha nem mesmo nitidez, pareça estar fora de foco. O áudio está ok, nos seus devidos 5.1. Os extras, muito fracos, assim como os menus. A capa está bem legal, tem até uma luva para supor que se trate, conforme o rótulo, de uma “Edição Definitiva”. Mas de definitivo só o fato de que a Versátil, que tem se aprimorado pelo belos lançamentos de filmes clássicos, não tente se redimir de lançamentos ruins lançados no passado (este mesmo filme foi lançado em formato standart e sem extras pela mesma distribuidora, acabou sendo “produto de banca” ). É uma pena, um DVD que se torna uma mancha negra no acervo da nova fase da distribuidora, que vem se destacando muito há quase 3 anos por lançamentos em DVDs importantes e caprichados, muitos inéditos mundialmente. |
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Por Edinho Pasquale em 07/02/2005 |
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