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| Mickey Rourke, Kim Basinger, Margaret Whitton, David Margulies, Christine Baranski, Karen Young, William De Acutis, Dwight Weist, Roderick Cook, Victor Truro, Justine Johnston, Cintia Cruz, Kim Chan, Lee Lai Sing, Rudolph Willrich, Helen Hanft, Michael P. Moran, Raynor Scheine, Olek Krupa |
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| Quando Elizabeth conheceu John, ela era inteligente, sofisticada, com o controle de sua própria vida. Intrigada pela personalidade enigmática e distante de John, ela mergulha em um relacionamento de pura sensualidade que se intensifica tornando-se um pesadelo erótico de fantasia e dominação. Logo Elizabeth precisará escolher entre seus desejos... e sua sanidade mental. |
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Inglês, Português, Espanhol |
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Mesmo contando
com atores interessantes e de fácil capacidade
de erotizar – Mickey Rourke e Kim Bassinger
tem aquele mistério interpretativo que foge
um pouco às obviedades de Hollywood -, Adrian
Lyne põe a perder sua realização
Nove e meia semanas de amor (9 ½ Weeks;
1985). Diretor que cultua o lado mais superficial
da linguagem
publicitária, com aquele colorido fugaz e
aqueles planos de propaganda (faça sexo, invente,
que isto é bom), Lyne nunca logrou fazer um
filme de fato consistente. Além disto, sua
visão moralista sempre vence no fim de suas
narrativas.
À maneira
da obra-prima O último
tango em Paris (1972),
do italiano Bernardo Bertolucci, Nove e meia
semanas de amor busca captar a tensão erótica
que se passa entre um homem e uma mulher que se isolam
do mundo em seus encontros. A barra acaba pesando,
depois de tantas excentricidades propostas pelo parceiro,
e a mulher foge da relação (no filme
de Bertolucci ela mata o homem); Lyne está muito
longe da dimensão trágica de Bertolucci
e de sua inigualável profundidade existencial.
Lento,
vazio, Nove e meia semanas de amor está envelhecendo
rapidamente. E sua incapacidade erótica logo
o tornará impotente para as platéias
atuais. (por Eron Fagundes)
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Concordo que o filme em si, envelheceu. Mas teve seus "méritos" quando da época do seu lançamento, foi um filme em que os video clipes estavam começando a virar "moda" e este filme foi até criticado por parecer com um. Foi polêmico por sua sensualidade um pouco machista, enfim, foi bem comentado e discutido. O Curioso é ver o sucesso de Kim Bassinger (até hoje) e da verdadeira avalanche morro abaixo da careira de Rourke.
O DVD tem uma qualidade boa de imagem (mesmo no cinema ela parecia ser meio "granulada"), nerece elogios por manter o formato original de cinema (widescreen). O áudio pe bom, mas em apenas 2 canais, o que frustra que tem um Home-Theater. Mas não chega a fazer falta um número maior de canais, exceto pelas músicas, sucessos da época.
Quanto aos extras, se comentários. Nenhum, um trailer sem legendas e mais nada. Não é o tipo de filme que mereça uma "nova edição dupla especial", mas um making of ao menos poderia ter.
Está levando uma cotação um pouco maior pelo mérito no formato de tela. Mas mesmo assim é divertido, ainda dá pra ver com o seu par romântico numa noite fria... |
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Por Edinho Pasquale em 23/07/2003 |
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