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| Morgan Freeman, Antonio Banderas, Tom Hardy, Radha Mitchell, Robert Forster, Rade Serbedzija |
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| Jack Monahan (Antonio Banderas) é um criminoso que não está em seus melhores dias. Sua sorte muda quando cruza com Ripley (Morgan Freeman), um experiente ladrão que o convida a participar de um grande e arriscado golpe: o roubo de uma das mais valiosas jóias do mundo, que está guardada a sete chaves em uma joalheria russa. Para quitar uma dívida com a máfia, Ripley (Freeman) deverá fazer um trabalho limpo e perfeito. Mas nem tudo acontece como deveria e nem todos são o que parecem, nesta trama surpreendente. |
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Nos Estados Unidos, este filme nem passou nos cinemas, saindo diretamente em home-vídeo, ou seja DVD, com exclusividade para a rede ‘Blockbuster’. O que não é bom sinal. Mas, na verdade, é um thriller de assalto tradicional, que segue as regras do guia de roteiro: começa com uma grande sequência de ação, emocionante ainda que inverossímil, com um assalto, e uma perseguição no metrô de Nova York. Não que o resto do filme faça mais sentido.
É verdade que eu preciso lutar contra uma certa má vontade com fitas que glamurizam a profissão de ladrão, quando a gente vive numa época tão violenta, onde todos temos alguma história trágica de assalto para relatar. E não temos a menor simpatia por meliantes, sejam meros assaltantes de rua, sejam políticos corruptos, ou tecnológicos especialistas em assaltos a obras de arte.
Já está longe o tempo de “Ladrão de Casaca” (1955) e Raffles e hoje, ver alguém escapar incólume à policia e burlar a lei, já não tem mais o mesmo significado de divertissement leve e irresponsável.
Este “Jogo entre Ladrões” é realizado pela mesma Mimi Leder que já foi protegida de Spielberg, mas demonstrou sua mediocridade em fitas como “A Corrente do Bem” (2000), “Impacto Profundo” (1998) e “O Pacificador” (1997). Pena que não possamos esmiuçar o roteiro (porque estaríamos entregando segredos que só serão conhecidos no filme, com reviravoltas ditas inesperadas), porque senão seria fácil perceber que ele não tem a menor lógica e sentido, principalmente porque a narrativa mente para o espectador, e não há porque Morgan Freeman escolher Antonio Banderas para seu parceiro de proezas.
Explicando, apenas um pouco: Keith Ripley (Morgan Freeman) é um ladrão de alto nível, que é contratado para roubar dois secretos e valiosíssimos ovos Fabergé, que estariam num cofre que pertence à máfia russa em Nova York. Chama Gabriel Martin (Antonio Banderas), que seria um ladrão de Miami, para ser seu parceiro, e este, também absurdamente, se apaixona por Alexandra (Rahda Mitchell) afilhada do amigo, uma advogada que o tem defendido da polícia - já que tem o tenente Weber (Robert Forster) que faz tudo para prendê-lo. O resto do filme, passada a fase de exposição, é a realização do plano e, finalmente, o assalto, as reviravoltas e o final amoral. Banderas, aos 48 anos, dá sinais de cansaço (e ainda não aprendeu a falar inglês direito!), e Morgan Freeman faz o de sempre. Ou seja, um filme banal, sem maiores atrativos. (Rubens Ewald Filho na coluna Clássicos de 16 de março de 2009)
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Slide Show - Telas com cenas do filme, dispensável.
Trailer
Novidades - Trailers dos filmes "Evocando Espíritos”, “Recém Chegada” e “Por Amor”. Os mesmos são apresentados antes do menu inicial, sem possibilidade de interupção, o que é ridículo.
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O filme tem um elenco de peso e deve fazer algum sucesso para os desavisados nas locadoras. É o tipo “operação padrão” da Imagem Filmes, um filme que chama a atenção, mas cujo conteúdo deixa à desejar, ainda mais com a qualidade técnica apresentada. A pressa do lançamento, antes das edições internacionais (um mês antes), não ajuda na comparação de qualidade. A imagem é boa, com boa definição e coloração, mas ao que tudo indica não mantém a proporção de imagem original do filme nos cinemas (2.35:1). Aqui é apresentada em apenas 1.85:1, o que impede de termos a imagem completa conforme o desejo original do Diretor, apenas para não “incomodar” o grande novo público que tem uma TV widescreen padrão, onde o filme teria barras acima e abaixo da imagem. O áudio no idioma original está bem realizado, explorando bem os 5.1 canais, principalmente nas cenas de maior ação e da boa trilha sonora. O mesmo não se repete na mediana dublagem, que além de não ser convincente, está apenas em dois canais. Os extras são ridículos, para não dizer que são inexistentes. Seguem o “padrão” dito acima para filmes lançados para locação pela malfadada distribuidora. Em tempo: o filme também é conhecido com o nome “The Code”, nome exibido na embalagem (a edição internacional para o mercado “home” tem esta alcunha). Como comentado, poderá fazer um sucesso nas locadoras. E só. |
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Por Edinho Pasquale em 28/05/2009 |
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